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Medicina do Corpo, da Alma e do Espírito

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* ações de esclarecimento e de formação para autocrescimento e defesa ontopsiconeurofisiológica consciencial (conhecer e controlar o animismo expandindo a Consciência, do Ser (Físico) ao Eu (Divino)
.

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

[saude] - artigo sobre a Gripe A - importante ler

IMPORTANTE

Artigo de Juan Gérvas*, médico espanhol considerado uma das autoridades mundiais nos cuidados de saúde primários, publicado a semana passada numa revista Portuguesa para Médicos de Medicina Geral e Familiar. Vale a pena ler.

*Médico de Canencia de la Sierra, Garganta de los Montes e El Cuadrón (Madrid).
Licenciado e Doutor em Medicina pela Universidade de Valladolid, Professor Honorário de Saúde Pública na Faculdade de Medicina da Universidade Autónoma de Madrid e Professor Visitante de Atención Primaria en Salud Internacional da Escuela Nacional de Sanidad (Madrid)
.

Rev Port Clin Geral 2009;25:438-441
opiniãoedebate

Face à gripe, paciência e tranquilidade – Versão nº 9
Juan Gérvas*
*Médico de Canencia de la Sierra, Garganta de los Montes e El Cuadrón (Madrid).
Professor Honorário de Saúde Pública na Faculdade de Medicina da Universidad Autónoma de Madrid e Professor Visitante de Atención Primaria en Salud Internacional da Escuela Nacional de Sanidad (Madrid).


RESUMO
  • A gripe A é muito contagiosa e pouco grave. Menos grave do que a gripe habitual de todos os anos (gripe sazonal).
  • Face à gripe A é conveniente manter um comportamento prudente e tranquilo, similar ao que temos com a gripe sazonal.
  • Deve-se consultar o médico apenas em caso de enfermidade importante (tosse com sangue, grande deterioração respiratória).
  • Os antivirais Tamiflu e o Relenza não previnem a gripe A, têm efeitos secundários importantes. Devem reservar-se para tratar casos graves.
  • A vacina contra a gripe A é experimental, e por agora não se sabe nada sobre a sua segurança ou sobre a sua eficácia.
  • As pandemias prévias não produziram grande mortalidade desde que se passou a dispor de antibióticos para tratar as pneumonias que complicam a gripe. Essas pandemias também não tiveram um segundo surto de maior agressividade.
  • Para além da gripe A, os serviços de saúde têm que atender os milhares de doentes agudos e crónicos habituais, pelo que convém não saturar a actividade de médicos, enfermeiras e restante pessoal com pacientes ligeiros com gripe A.

O PROBLEMA
A gripe é uma doença viral de que se padece durante o Inverno, sob a forma de epidemia (epidemia sazonal), que afecta grande parte da população. Como diz (e bem) o refrão popular,
«a gripe dura sete dias com tratamento, e uma semana sem ele». A gripe é uma enfermidade leve, com febre e sintomas variados tais como dor de cabeça e muscular, náuseas, diarreia e mal-estar geral, que obriga a estar um par de dias em repouso. Não convém baixar a febre a todo o custo (nem sequer nas crianças), e o tratamento é o da dor e do mal-estar.

Pese embora a pouca gravidade da gripe, pode demonstrar-se que a mortalidade aumenta na população em dois picos anuais, um nos dias de Verão com o máximo de calor, e outro nos dias de Inverno com a epidemia de gripe. Por isso se aconselha a vacina contra a gripe, apesar de se discutir a utilidade desta vacinação.

A epidemia de gripe A, que começou no México em 2009, é de menor gravidade que a epidemia habitual. É uma gripe que contagia muito facilmente, e por isso é uma «pandemia», porque pode chegar a afectar uma parte substancial da população. Mas a contagiosidade da gripe A não diz nada sobre a sua gravidade, sendo de facto menos grave do que qualquer das gripes anteriores.
Afecta muita gente, mas mata menos do que a gripe sazonal de todos os anos. Os números são variáveis consoante a fonte dos dados, mas por exemplo, no Reino Unido houve centenas de milhares de casos e só umas 30 mortes e nos Estados Unidos da América, com um milhão de casos ocorreram 302 mortos. No Inverno austral (que coincide com o Verão em Espanha – e
em Portugal), na Argentina morreram cerca de 350 pessoas, na Austrália perto de de 132, no Chile 128 e na Nova Zelândia faleceram 16 pessoas. Com o Inverno austral quase no fim, no mundo inteiro ocorreram, até agora, 2.501 mortes. Para situar melhor o problema, calcula-se que em Espanha morram durante um Inverno «normal», por gripe sazonal, de 1.500 a 3.000
pessoas.

A mortalidade por gripe A afecta basicamente pessoas de idade inferior a 65 anos, pois os seniores parecem ter algum grau de protecção por terem sido submetidos a epidemias prévias com vírus semelhantes. Nas mortes provocadas pela gripe sazonal cerca de 90% das pessoas têm mais de 65 anos de idade enquanto que na grupe A só 10% pertencem a este grupo etário o que é
o mesmo que dizer que 90% da mortalidade por gripe A ocorre em menores de 65 anos. No entanto, em números absolutos, a gripe A mata poucos jovens, por exemplo nos EUA morrem anualmente por gripe sazonal cerca de 3.600 pessoas com menos de 65 anos e de gripe A morreram até agora 324 pessoas desse grupo etário. Por gripe sazonal morrem por ano cerca de 36.000 pessoas. A elevada mortalidade nos EUA deve-se provavelmente à sua falta de cobertura sanitária aos que mais dela necessitam (os pobres e os doentes).

Na Austrália, com o Inverno a terminar, morreram cerca de 132 pessoas por gripe A, das quais só aproximadamente 119 tinham menos de 65 anos. Na Austrália morrem por ano de gripe sazonal cerca de 310 pessoas com menos de 65 anos.

Os factores de risco pouco nos dizem sobre a mortalidade tanto na gripe sazonal como na gripe A. Por exemplo, nos EUA cerca de 67% das crianças que morreram por gripe sazonal entre 2003-2004 não apresentavam nenhum factor de risco.

Tivemos muitas pandemias, e a mais letal, a «espanhola» de 1918 matou, sobretudo por pneumonias bacterianas, os pobres (mal alimentados, amontoados, com habitações insalubres e mal protegidos do frio). Nas outras duas grandes pandemias, de 1957 e 1968 não houve tal letalidade, entre outras coisas pela existência dos antibióticos para tratar as pneumonias bacterianas.

Ao estudar as pandemias dos últimos séculos (de 1510 à actualidade) demonstra-se que nunca foi contagiada simultaneamente toda a população e que sempre que houve um segundo surto da pandemia a gripe manteve um carácter ligeiro também na segunda volta. A projecção para surtos de gravidade progressiva é uma fantasia, não é uma inferência a partir da realidade.
A fantasia está a introduzir o pânico na população quer através da utilização de grandes números («centenas, milhões de pessoas afectadas») quer da descrição de relatos emocionantes quase ao vivo e em directo de cada morte. Estes dois elementos levam o leitor/telespectador a ver-se e aos seus familiares próximos afectados pela doença ou mortos. Este é um exercício clássico de «invenção de doença» («disease mongering») de transformação mental de uma gripe A contagiosa e não grave numa gripe A virulenta e letal.
Num dia, o governo Canadiano propôs-se um objectivo duplo frente à gripe aviária: reduzir o número de mortos e manter a estrutura social. Na gripe A o problema não parece ser atingir o primeiro objectivo dado que a sua letalidade é mínima. E o segundo objectivo parece querer ser ignorado quando se propaga uma epidemia de pânico.

O QUE SE PODE FAZER FACE À GRIPE A?
Quando em 2005 a Organização Mundial de Saúde (OMS) prognosticou que poderiam morrer de gripe aviária até sete milhões de pessoas, desatou-se o pânico no mundo. Depois houve apenas 262 mortes. Assistiu-se, assim, a um gravíssimo erro de prognóstico. Em 2009, com a gripe A, convém não repetir o mesmo erro. Por isso, é central evitar o pânico. É absurdo ter pânico
face à epidemia de gripe A, por mais que venha a afectar (levemente) um grande número de pessoas.

Face à gripe A convém fazer o que sempre se faz face à gripe: cuidar-se com prudência e tranquilidade. Boa hidratação, boa alimentação, boa higiene, e recorrer ao médico quando haja sintomas de importância, tipo tosse com expulsão de sangue e grande deterioração da
respiração. Convém não tossir para cima de ninguém, não mexer no nariz, tapar a boca ao tossir ou espirrar e lavar as mãos antes de comer, depois de ir à casa de banho e quando estão sujas de mucosidades.

O vírus elimina-se pela mucosidade nasal aproximadamente durante os primeiros cinco dias da enfermidade. O uso de máscaras não parece que ajude a evitar a propagação da epidemia. Convém não fazer muita vida social nesses primeiros dias, como é costume em caso de gripe. No que respeita à gravidez, não há nada a dizer, pois estes cuidados são para se ter sempre, não
havendo deste modo nada mais a fazer. A diferença entre estar grávida e não estar é marginal, por exemplo, o risco de internamento por gripe A é de 3 por um milhão nas mulheres grávidas e de uma em cada milhão nas restantes mulheres.

Não há nenhum tratamento preventivo: os medicamentos contra a gripe não previnem a enfermidade (nem o oseltamivir – Tamiflu, nem o zanamivir – Relenza). Uma vez diagnosticada a doença, estes medicamentos são também quase inúteis (tiram meio dia à evolução da enfermidade). Também não existem estudos que avalizem a sua efectividade na gripe A. Para além disso, têm efeitos adversos. Por exemplo, durante a epidemia de gripe A, em crianças tratadas em Londres com oseltamivir – Tamiflu, metade tiveram efeitos adversos, geralmente vómitos, e em 18 % registaram-se alterações neuropsiquiátricas. Talvez em alguns casos valha a pena o seu uso como tratamento, por exemplo em doentes graves e em pacientes com doenças crónicas importantes, mas não são úteis nem em crianças nem em adultos saudáveis.

A vacina contra a gripe é de pouca utilidade em crianças e adolescentes, com uma efectividade de 33 %, e absolutamente inútil nos menores de dois anos. Há dúvidas sobre a sua eficácia em adultos e idosos. Sobre a vacina contra a gripe A não sabemos nada, mas em 1976 produziu-se nos Estados Unidos uma vacina parecida, também com toda a pressa pelo perigo de pandemia, e
o resultado foi uma epidemia de efeitos adversos graves (sindroma de Guillain-Barré, uma doença neurológica) que obrigou a parar a vacinação. A pressa não é boa para nada, e ainda menos para parar uma gripe como a A, que tem tão baixa mortalidade. Convém não repetir o erro de 1976. Em todo o caso, é exigível a assinatura de um formulário de «consentimento informado » que deixe claro os benefícios e riscos, e o procedimento a seguir face aos possíveis danos por efeitos adversos. Dada a pressa que há em produzir a vacina, e para evitar as consequências legais relacionadas com os problemas de segurança, em caso de danos serão os
Estados, e não a indústria farmacêutica, a responder às reclamações.

MAIS ALGUMA COISA?
Os testes diagnósticos rápidos da gripe A têm pouca sensibilidade (de 10 a 60 %). Quer dizer, não vale a pena fazer a determinação para saber se se tem na realidade a gripe A. Tanto faz, pois os conselhos a dar são os mesmos, e o teste não acrescenta a segurança de não se ter a gripe A.

Tanto o vírus da gripe A como o da gripe sazonal podem mutar, inutilizando as vacinas.

A vacinação contra a gripe sazonal não dá protecção contra a gripe A.

Convém não esquecer que uma criança (ou um adulto) pode ter outras enfermidades, além da gripe A. No Reino Unido houve casos de crianças que morreram por meningite por causa de falso diagnóstico de gripe A.

Durante a pandemia de gripe A continuará a haver enfartes do miocárdio, apendicites, insuficiência cardíaca, diabetes, asma, tentativas de suicídio, fracturas da anca, depressão, esquizofrenia e as outras mil enfermidades que requerem atenção médica. O comportamento sereno, paciente e tranquilo dos pacientes com gripe A é essencial para que os serviços de saúde funcionem bem e para que os médicos e restante pessoal de saúde se possam dedicar aos doentes que deles necessitem, com ou sem gripe A.

NOTA
O autor não tem outra intenção senão deixar claro o estado do conhecimento acerca da gripe A no momento em que escreve este texto, e para tal reviu a literatura mundial a seu respeito. Este texto é puramente informativo. O autor lamenta que muitos dos organismos públicos, as sociedades científicas e os meios de comunicação transmitam outra mensagem; terão as suas razões.

Este texto encontra-se traduzido em espanhol, inglês, francês, italiano e português: em: www.equipocesca.es

REFERÊNCIAS SELECCIONADAS
- Bath N,Wright JG, Broder KE e tal. Influenza-associated deaths among children in the United States, 2003-2004. N Engl J Med. 2005; 353:2559-67. - Blumenshine P, Reingold A, Egenter S et al. Pandemic influenza planning in the United States from a health disparities perspective. Emerging Infec Dis. 2008;14:709-15. - Burch J, Corbett M, Stock C et al. Prescription of anti-influenza drugs for healthy adults: a systematic review and meta-analysis. Lancet Infec Dis. 2009; doi:10.1016/S1473-3099(09)70199-9. - Choweil G,Miller MA,Viboud C. Seasonal influenza in the United States, France and Australai. Transmission and prospects for control. Epidemiol Infect. 2008;136:852-64 - Ellis C, McEven R.Who should receive Tamiflu for swine flu?. BMJ. 2009; 339:b2698. - Evans D, Cauchemez S, Hayden FG. «Prepandemic» immunization for novel influenza viruses, «swine flu» vaccine, Guillain-Barré syndrome and the detection of rare severe adverse affects. J Infect Dis. 2009; 200:321-8. - Gervas J. Disease mongering by WHO. BMJ.2009 [letter] http://www.bmj. com/eletters/339/aug10_1/b3172 - Kitching A, Roche A, Balasegaran S et al. Oseltamivir adherence and side effects among children in three London schools affected by influenza A (H1N1),May 2009.An Internet based cross sectional survey. Eurosurvillance 2009;29:1-4. - Jamieson D, Honein M, Rasmussen S et al. H1N1 2009 influenza virus infection during pregnancy in the USA. Lancet. 2009; July 29.DOI:10.1016/50140-6736(09)61304-0 - Jefferson TO, Demicheli V, Di Pietrantonj C et al. Inhibidores de neuraminidasa para la prevención y el tratamiento de la influenza en adultos sanos. www.cochrane.es/gripe/revisiones/CD001265.pdf - Mateo M, Larraux A, Mesonero C. La vigilancia de la gripe. Nuevas soluciones a un viejo problema. Gac Sanit. 2006;20:67-73. - Moreno DM, Taubenberger JK. Understanding influenza backward. JAMA. 2009;302:679-80. - Sheridan C. Flu vaccine makers upgrade technology and pray for it. Nature Biotechnolgy. 2009;27:489-91. - Shun-Shin M, Thompson M, Heneghan C et al. Neuraminidase inhibitors for treatment and prophylasis of influenza in children: systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. BMJ. 2009; 339; b3172. - Simonsen L, Taylor RJ,Vibourd C et al. Mortality benefits of influenza vaccine in elderly people: an ongoing controversy. Lancet Infect Dis. 2007; 7:658-66. - Smith S, Demicheli V, Di Pietrantonj C, Harden AR et al. Vaccines for preventing influenza in healthy children. Cochrane Database Syst Rev. 2008;(2):CD004879. - White N,Webster R, Govorkovs E et al.What is the optimal therapy for patients with H5N1 infection? PLoS Med. 2009;6:e1000091. TRADUTORES: Luís Filipe Gomes, MD, EMGF - 21/08/2009 Maria Isabel Santos, PhD - 07/09/2009
ABSTRACT
DEALING WITH THE PANDEMIC INFLUENZA CALLS FOR PATIENCE AND TRANQUILLITY – VERSION Nº 9
Influenza A (H1N1) is very contagious and of scarce severity. It is less dangerous than the usual seasonal flu.
When dealing with influenza A (H1N1) it is fitting to keep up a prudent and calm conduct,much like the one we adapt with the seasonal flu.
The doctor must be consulted only in case of grave illness (coughing up blood, great respiratory deterioration).
The antiviral drugs Tamiflu and Relenza do not prevent influenza A (H1N1), and have significant side effects. They must be reserved for serious cases.
The vaccine against influenza A (H1N1) is on an experimental stage, and presently there is no information about its safety
and efficiency.
The previous pandemics did not cause great mortality once the antibiotics that treat the flu-related pneumonias became available. Moreover, these pandemics did not have a second outburst of greater aggressiveness.
In addition to influenza A (H1N1), the health care services have to deal with the thousands of usual acute and chronic patients; the activity of doctors, nurses and remaining staff must not become saturated with patients that have mild influenza A (H1N1).

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

[saude - gripe A H1N1] - alternativa caseira ao tamiflu

Alternativa caseira ao tamiflu

O anis estrelado é o extrato-base (75%) da produção do comprimido Tamiflu

O anis estrelado, amplamente cultivado na China, Laos e Malásia é o extrato-base (75%) da produção do comprimido Tamiflu da Empresa Suiça Roche (a quem o antigo Secretário de Defesa dos EUA Donald Rumsfeld vendeu a patente e posteriormente a quis reaver).

Caso não se encontre no mercado o anis estrelado, pode usar-se a erva-doce por possuir o mesmo princípio ativo do anis estrelado - o anetol - , e agir como anti-inflamatória, sedativa da tosse, expectorante, digestiva, contra asma, diarreia, gases, cólicas, cãibras, náuseas, doenças da bexiga, gastrointestinais, etc...

Seu efeito é rápido no organismo e baixa um pouco a pressão, devendo ser feito o chá c/apenas uma colher de café das sementes para cada 200ml de água, administrado uma a duas vezes dia, de preferência após uma refeição em que se tenha ingerido sal.

Se vc está lendo, ajude a divulgar o uso da erva-doce como preventivo do H1N1, ou mesmo como remédio a ser tomado imediatamente após os 1ºs sintomas de gripe, pois seu princípio ativo poderá bloquear a reprodução do vírus e mesmo evitar seu maior contágio.

Porém, pouco ou nada adiantará utilizar a erva-doce após 36 horas do possível contágio pelo H1N1, pois a erva ñ terá mais força substancial p/bloquear a propagação do vírus no sistema respiratório.

Efeitos colaterais: pequena sonolência nas 2 primeiras horas - evitar dirigir e/ou operar máquinas.

Obs:
- O uso da erva-doce é alternativo e poderá ser até eficaz, mas não substitui a assistência médica necessária;

- Donald Rumsfeld controlava 90% da produção mundial do anis estrelado da China, desde 1997, quando surgiram os primeiros casos de gripe aviária H5N1 (uma das variáveis do H1N1)... seria por acaso???

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

[saude] - gripe A H1N1 - "Operación Pandemia"

YouTube
Um belíssimo documentário sobre os segredos e os medos que os organismos mundiais lançam sobre os governos e as populações, definhando, quiçá deliberadamente, a imunidade humana enquanto escondem os seus verdadeiros propósitos e as verdadeiras soluções. Recomendo também (vivamente) a visualização dos vídeos da ex-ministra da saúde da Finlândia, Dra Rauni Kilde (a Dra Rauni-Leena Luukanen-Kilde foi representante da Finlândia na OMS e acessora médica da Cruz Vermelha Internacional), <http://www.youtube.com/watch?v=nTgyakGAddM> é apenas um deles, de muitos outros bem interessantes.

...un documental de Julián Alterini.

¿Qué se esconde detrás de la gripe porcina?
¿Por qué la insistencia?

operacionpandemia@gmail.com

Realizado en julio del 2009.


(ATENCION: La referencia a la "Campaña de vacunación masiva contra la gripe porcina del año 2009" es un error. En realidad se hace referencia a la campaña de vacunación masiva contra la gripe porcina del año 1976 que tuvo como resultado múltiples muertes y parálisis, siendo, una vez más, Donald Rumsfeld el secretario de defensa del por entonces presidente de EEUU: Gerald Ford. DISCULPEN LAS MOLESTIAS.)

terça-feira, 22 de setembro de 2009

[saúde] - receita para álcool gel a fazer em casa

Fácil de fazer,
melhor ter a receita à mão!!!!
Guarde a fórmula simples do álcool gel, caso venha a ter necessidade e não o encontre disponível no mercado:
2 folhas de gelatina incolor e sem sabor (compra-se em qualquer supermercado)
1 copo* de água quente para dissolver as 2 folhas de gelatina.
Espere até esfriar.
Acrescente 12 copos* de álcool de 96° graus.
Está pronto o álcool gel de 72° a 75° graus e que é mais asséptico que o álcool de 96º, que conhecemos há anos.
Nos supermercados só existe álcool de 46º.

1 copo* = 250ml

querendo, ainda dá para colocar umas gotas de óleo essencial e ter álcool gel com cheirinho ... oba!


quinta-feira, 17 de setembro de 2009

[saúde] - GRIPE A (H1N1) - PERGUNTAS/RESPOSTAS FREQUENTES

GRIPE A (H1N1) – PERGUNTAS/RESPOSTAS FREQUENTES

PERGUNTA

RESPOSTA

1.-

Quanto tempo permanece ativo o vírus numa superfície (maçaneta, corrimão, mesa, etc.)

Até 10 horas.

2. -

Quão útil é o álcoolgel para limpar as mãos?

Torna o vírus inativo e mata-o.

3.-

Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus?

A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão do vírus, o fator mais importante para que se instale o vírus é a humidade, (mucosa do nariz, boca e olhos).

O vírus não voa e não alcança mais de um metro de distância.

4.-

É fácil o contágio em aviões?

Não, o meio é pouco propício para ser contagiado, a menos que a seu lado viaje alguém que espirre ou tussa sem cuidar de medidas higiénicas.

5.-

Como posso evitar contagiar-me?

Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca.

Não estar com gente doente.

Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia. Permanecer afastado acima de 1 metro de quem tosse ou espirra.

6.-

Qual é o período de incubação do vírus?

Em média de 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase imediatamente.

7.-

Quando se deve começar a tomar o remédio?

Dentro das 72 horas os prognósticos são muito bons, as melhoras são de 100%

8.-

De que forma o vírus entra no corpo?

Pelo nariz, boca e olhos e por contato ao dar a mão ou beijar quem esteja infetado.

9.-

O vírus é mortal?

Não, o que ocasiona a morte é a complicação da doença causada pelo vírus, que é a pneumonia.

10.-

Que riscos têm os familiares de pessoas que faleceram?

Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão.

11.-

A água de tanques ou caixas de água transmite o vírus?

Não, porque contém químicos e está clorada

12.-

O que faz o vírus quando provoca a morte?

Uma série de reações como deficiência respiratória, a pneumonia severa é o que ocasiona a morte.

13.-

Quando se inicia o contágio, antes dos sintomas ou até que se apresentem?

Desde que se tem o vírus, antes mesmo que se verifiquem os sintomas.

14.-

Qual é a probabilidade de recair com a mesma doença?

De 0%, porque fica-se imune ao vírus suíno.

15.-

Onde se encontra o vírus no ambiente?

O vírus pode estar em todo o lado!

Quando alguém espirra ou tosse e não toma medidas profiláticas aconselhadas, social e sanitariamente, o vírus, havendo-o, fica em qualquer superfície como mesas, balcões, maçanetas, dinheiro, papel, documentos, caixas de multibanco, etc.

Já que não será esterilizado o ambiente, recomenda-se extremar a higiene das mãos.

16.-

O que fazer se frequentar espaços públicos ou se viajar em transporte público?

Evitar, o que é praticamente impossível, tocar em superfícies públicas.

Tomar cuidado se à sua volta há alguém que espirre ou tussa sem que tome medidas de higiene social.

Não levar as suas mãos à boca, nariz ou olhos e na 1ª oportunidade lavá-las com água e sabão ou álcoolgel. (mal chegue a casa deve lavar no imediato as mãos e tomar muito cuidado com as superfícies em que toca).

17.-

O vírus ataca mais às pessoas asmáticas?

Sim, são pacientes mais suscetíveis, mas ao tratar-se de um novo germe todos somos igualmente suscetíveis.

18.-

Qual é a população que está atacando este vírus?

De 20 a 50 anos de idade.

19.-

É útil a máscara para cobrir a boca?

O uso da máscara é de reduzida eficácia e só se justifica em pessoas já infetadas.

Existem umas de maior qualidade que outras, mas se você não está doente pouco adianta o seu uso porque os vírus, pelo seu tamanho, atravessam-na como se ela não existisse, e ao usar a máscara cria-se na zona entre o nariz e a boca um microclima húmido próprio ao desenvolvimento virai.

20.-

Posso fazer exercício ao ar livre?

Sim, o vírus não anda no ar nem tem asas.

21.-

Serve para algo tomar Vitamina C?

Não serve para prevenir o contágio deste vírus, mas ajuda a resistir ao seu ataque.

22.-

Quem está a salvo desta doença ou quem é menos suscetível?

A salvo não esta ninguém, o que ajuda é a higiene dentro de lar, escritórios, utensílios e não ir a lugares públicos.

23.-

O vírus move-se?

Não, o vírus não tem nem patas nem asas, a pessoa é quem o coloca dentro do organismo.

24.-

Os mascotes contagiam o vírus?

Este vírus não, provavelmente contagia outro tipo de vírus.

25.-

Se vou ao velório de alguém que morreu desse vírus posso me contagiar?

Não.

26.-

Qual é o risco das mulheres grávidas com este vírus?

As mulheres grávidas têm o mesmo risco mas por dois, podem tomar os antivirais mas em caso de contágio e com estrito controlo médico.

27.-

O feto pode ter lesões se uma mulher grávida se contagia com este vírus?

Não sabemos que estrago possa fazer no processo, já que é um vírus novo.

28.-

Posso tomar ácido acetilsalicílico (aspirina)?

Não é recomendável, pode ocasionar outras doenças, a menos que você tenha prescrição por problemas coronários, nesse caso siga tomado.

29.-

Serve para algo tomar antivirais antes dos sintomas?

Não serve para nada.

30.-

As pessoas com AIDS, diabetes, câncer, etc., podem ter maiores complicações que uma pessoa sadia caso se contagiem com o vírus?

SIM, por razão da sua capacidade imunitária já estar fragilizada.

31.-

Uma gripe convencional forte pode-se converter em influenza?

NAO.

32.-

O que mata o vírus?

O sol, mais de 5 dias no meio ambiente, o sabão, os antivirais, o álcoolgel.

33.-

O que fazem nos hospitais para evitar contágios a outros doentes que não têm o vírus?

O isolamento.

34.-

O álcoolgel é efetivo?

SIM, muito efetivo.

35.-

Se estou vacinado contra a influenza estacional sou inócuo a este vírus?

Não. As vacinas da influenza e da gripe A são distintas. Uma não dispensa a outra.

36.-

Este vírus está sob controlo?

Não totalmente, mas estão-se tomando medidas agressivas de contenção.

37.-

O que significa passar de alerta 4 a alerta 5?

A fase 4 não faz as coisas diferentes da fase 5, significa que o vírus se propagou de Pessoa a Pessoa em mais de 2 países; e fase 6 é que se propagou em mais de 3 países.

38.-

Aquele que se infectou deste vírus e se curou, fica imune?

SIM.

39.-

As crianças com tosse e gripe têm influenza?

É pouco provável, pois as crianças são pouco afetadas.

40.-

Medidas que as pessoas que trabalham devem tomar?

Lavar as mãos muitas vezes ao dia e tomar cuidado com quem espirra, que deve usar sempre um lenço de papel descartável de uso único, deitá-lo no lixo, melhor no vaso sanitário, e lavar as mãos de seguida com álcoolgel ou água e sabão.

41.-

Posso-me contagiar ao ar livre?

Se há pessoas infectadas que tussam e/ou espirrem perto, pode acontecer, mas a via aérea é um meio de pouco contágio.

42.-

Posso comer carne de porco?

SIM pode e não há nenhum risco de contágio.

43.-

Qual é o fator determinante para saber que o vírus já está controlado?

Ainda que se controle a epidemia, no inverno boreal (hemisfério norte) pode voltar e poderá ainda não haver uma vacina.

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EU SOU um Heilpraktiker Biohumanista que ajuda e ensina a melhorar o bem-estar físico, mental, psíquico e espiritual do HOMEM, pela intervenção holística na área da saúde e da expansão da consciência, pelo autoconhecimento e autodesenvolvimento pessoal (interno e externo) para uma maior LIBERDADE do EU e AFIRMAÇÃO do SER dentro de Valores Sociais, Morais e Humanos aplicados segundo princípios da doutrina espírita de Allan Kardec. Licenciado em Sociologia Médica e Biopolítica, Bromatologia, Higiene Vital e Psicologia (1980/84)*; especializado em Osteopatia (1984/86), Acupunctura (1988/91), Medicina Ortomolecular e Eumetabólica (1999); pós-graduado em Bioética (1998); Mestre em Reiki de Expansão da Consciência à 5ªD (2007/09); Mestre em Hermetismo (esotérico e exotérico) (2009/11); terapeuta de FREQUÊNCIAS DE LUZ (terapia holistica quântica pleiadiana da 5ª Dimensão)(2011). Hoje EU SOU um Trabalhador da Luz que estuda, investiga, desenvolve e pratica ferramentas da medicina quântica do futuro, Terapias de Luz. Eu Sou Ivo, que procura ser uma consciência crística de Luz, Amor, Perdão e Paz. [* Área de intervenção-biomedicina educacional, física e espiritual, preventiva e terapêutica.]

Madeira - enxurradas de 20/02/2010 - videos de vídeo-amadores

http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Imagens-de-video-amadores-ilustram-a-tragedia-madeirense.rtp&headline=20&visual=9&article=320863&tm=8