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Suas atitudes são responsáveis pelo seu destino, "Luiz Gasparetto"

Medicina do Corpo, da Alma e do Espírito

Medicina do Corpo, da Alma e do Espírito
(clique na imagem para saber mais)
* medicina transdimensional, transdisciplinar integrativa unificada.
* ações de esclarecimento e de formação para autocrescimento e defesa ontopsiconeurofisiológica consciencial (conhecer e controlar o animismo expandindo a Consciência, do Ser (Físico) ao Eu (Divino)
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sábado, 13 de fevereiro de 2016

O que acontece ao seu corpo quando deixa de comer carne?

Sabe o que acontece ao seu corpo quando deixa de comer carne?

O site britânico Independent fez uma lista com essas alterações. Aqui estão elas:
Vai começar a emagrecer: Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade George Washington, publicado no Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics, mostra que as pessoas que deixam de comer carne - e não aumentam a frequência com que praticam exercício físico ou o número de calorias que ingerem diariamente - perdem em média 4,5 quilos.
As bactérias intestinais começam a mudar: Um estudo de 2014 mostra que os seres vivos que não consomem carne têm bactérias intestinais mais fortes, que garante uma maior segurança do intestino.
Pode haver uma falta de nutrientes no organismo: Que mantém uma dieta vegetariana bem pensada e saudável consegue manter os níveis dos nutrientes estáveis. No entanto, é difícil conseguir ter ferro, vitamina D e vitamina B12 suficientes no organismo, revela a Organização Mundial de Saúde (OMS). Deve reforçar a ingestão de alimentos que contenham estes nutrientes.
O risco de ter cancro diminui: Um relatório da OMS revela que o consumo de carnes processadas, como bacon e salsichas, aumenta o risco de desenvolver problemas cancerígenos.
E o de ter doenças cardíacas também: Um estudo do Lerner Research Institute revela que existe uma ligação entre o consumo de carnes vermelhas e o risco de desenvolver doenças cardíacas.
fonte: http://www.msn.com/pt-pt/saude/saude/sabe-o-que-acontece-ao-seu-corpo-quando-deixa-de-comer-carne/ar-BBoxbcL

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"mesmo quando tudo corre bem, não devemos deixar de lutar pela "nossa" Saúde, Bem estar e Qualidade de vida. Estes três fatores são demais importantes para os deixarmos à responsabilidade exclusiva de profissionais. Para além de cuidar do "seu" Corpo Físico, Mental, Psíquico e Espiritual, cuide também do "seu" CORPO de LUZ." - informe-se

domingo, 28 de junho de 2015

[saude] - no verão a alimentação requer maior atenção



​Uma dieta com os valores recomendados de potássio é fundamental para prevenir o aparecimento de acidentes vasculares cerebrais, o aumento da pressão arterial, da ansiedade e do stress. Por dia, um adulto deve ingerir 4.700 miligramas deste nutriente, diz a Health. Contudo, tanto o défice como o excesso são prejudiciais à saúde, colocando-se, assim, em risco os rins, o coração, o sistema nervoso e a boa saúde muscular. Uma dieta pobre em potássio pode causar ainda fadiga e fraqueza muscular, por isso é importante saber balancear este nutriente com tantos outros necessário para a saúde. Veja as imagens acima e fique a conhecer os melhores alimentos ricos em potássio.
(http://www.msn.com/pt-pt/saude/nutricao/dez-alimentos-ricos-em-pot%c3%a1ssio/ss-AAcchoo)​

Dez alimentos gordurosos mais frequentes no verão
O verão pede refeições rápidas, frescas e saborosas, mas nem sempre as escolhas são as mais saudáveis. Se quer evitar a má alimentação no verão fique a conhecer as comidas mais gordurosas que comummente se comem na estação.
É no verão que a alimentação fica mais descuidada e que os excessos são cometidos. Dos petiscos aos picnic, das bolas de berlim na praia às saídas noturnas regadas por cocktails, são muitos os pecados cometidos. Sal, açúcar, gordura e calorias, muito calorias. Nas imagens acima estão os alimentos e as refeições mais gordurosas que são banalmente protagonistas do verão, segundo a Cosmopolitan.
(http://www.msn.com/pt-pt/lifestyle/operacaobikini/dez-alimentos-gordurosos-mais-frequentes-no-ver%c3%a3o/ss-AAccFmI​)

terça-feira, 21 de abril de 2015

[SAÚDE/ALIMENTAÇÃO] Saber comer é pura informação

Saber comer é pura informação

"Não precisamos de tantos produtos alimentares, necessitamos é de maior diversidade alimentar. Essas centenas ou milhares de produtos que vemos nas prateleiras são provenientes de quatro ou cinco alimentos – cereais, lácteos, açúcares e gorduras – e da indústria de processamento" ...

Os alimentos que nos chegam ao prato não foram feitos para comer, diz a médica Cristina Sales.


E se o seu organismo não reconhecer aquilo que você come como um alimento? Defende-se, inflama-se, fica doente. É o que fazem muitos dos produtos que levamos à boca. Cristina Sales, médica e especialista em alimentação, garante que na origem da maioria das doenças que afetam o homem do século xxi está no que comemos e no modo como o fazemos. É que os alimentos são veículos de comunicação: dizem às células como devem comportar-se.

Precisamos de mudar a forma como nos alimentamos?
É obrigatório que o façamos porque a alimentação que a população dos países ocidentais, incluindo Portugal, passou a fazer nos últimos cinquenta anos é o que está na origem da maior parte das doenças endócrinas, metabólicas, autoimunes, degenerativas e alérgicas. As novas epidemias devem-se sobretudo aos estilos de vida e à alimentação que fazemos desde o pós-guerra.

A alimentação é decisiva para a saúde e o bem-estar mas está a provocar doenças e a aumentar a mortalidade precoce?
A geração dos nossos filhos terá uma esperança de vida mais reduzida do que a nossa por causa dos estilos de vida e da alimentação. Primeiro, os produtos altamente processados pela indústria alimentar conduzem a uma desnutrição em nutrientes fundamentais e ingerimos uma grande quantidade de calorias vazias. Segundo, são muito diferentes dos alimentos originais e o organismo não sabe lidar com eles, não os reconhece como alimentos. Depois, há uma sobrecarga tóxica inerente à alimentação que provém dos agroquímicos (da produção), dos conservantes, corantes e adoçantes que são adicionados para preservar os produtos durante mais tempo e para os manter bonitinhos.
São alimentos para ver…
Os produtos que nos chegam ao prato foram feitos para vender e não para comer. Não têm nada que ver com os alimentos que ingerimos e que nos fizeram viver e sobreviver ao longo de milhões de anos. Esta mudança ocorreu tão depressa que o organismo não está adaptado para gerir, digerir e assimilar estes produtos, pelo contrário, vê-os como substâncias estranhas e reage, inflamando-se.


Como é que podemos livrar-nos dessa teia?
As escolhas alimentares são condicionadas pela publicidade, as pessoas não são ensinadas a escolher. Quem é que é ensinado a consumir maçãs ou laranjas? Ninguém. A informação que passa de forma subliminar através dos anúncios da TV e dos jornais é que se deve beber sumo de maçã e de laranja. Mas se alguém ler os rótulos das embalagens verifica que contém imenso açúcar, frutose, acidificantes, etc., e o que falta é a maçã e a laranja. É preciso informar, ensinar e consciencializar a população.


A atitude da indústria alimentar tem de mudar?
No global sim, mas também depende do que a indústria faz. A conservação de alimentos através da congelação, por exemplo, é perfeita. Os legumes congelados são uma ótima opção, por vezes mais económica, e chegam ao consumidor mais frescos e com mais nutrientes do que os que são mantidos durante cinco ou seis dias nas cadeias de distribuição. Já quando falamos de alimentos que têm de levar uma quantidade enorme de aditivos para serem consumidos – é o caso das carnes de muito má qualidade e dos aproveitamentos que se fazem dos restos dos mariscos – é diferente. Sempre que tivermos de dobrar a língua muitas vezes para conseguir ler o que está escrito nos rótulos é porque não é comida. Não compre. Será qualquer coisa que do ponto de vista nutricional, químico e metabólico está muito longe do alimento original.


Está a falar de alimentos que duram ad eternum?
Por exemplo. Como é que duram? Fizeram-se estudos com hambúrgueres e batatas fritas – uns feitos em casa, com carne picada, e batatas que foram descascadas, outros com produtos processados e embalados – e verificou-se que ao fim de trinta ou quarenta dias alguns hambúrgueres se mantinham iguaizinhos. Não se degradaram, ao contrário dos que foram feitos em casa, que estavam estragados três dias depois. Ora alguém acha que uma coisa daquelas pode ser comida?

Quando ingerimos produtos desse tipo como é que o organismo reage?
Defende-se e inflama-se ou agarra naquelas coisas que não considera importantes e arruma-as nos depósitos de lixo, que são as células gordas. Estas, além de serem o nosso reservatório de energia, são também o depósito de substâncias tóxicas que o organismo não metaboliza ou não utiliza para impedir que entrem nos circuitos mais nobres. Esta acumulação de lixo cria bloqueios bioquímicos e alterações metabólicas que impedem as células de trabalhar em condições. Hoje ninguém sabe que consequências é que isto tem para o cérebro e o sistema imunitário e para o bom trabalho hepático e digestivo. Os circuitos da toxicidade são cruzados – se uma pessoa come de vez em quando um gelado, um iogurte, umas bolachas ou um sumo que tem um determinado corante é uma coisa, mas se o faz com regularidade, ao fim de seis meses já ultrapassou as doses suportáveis e entra em sobrecarga tóxica.


E o que é que acontece?
Veja-se o ácido fosfórico, um aditivo que está presente em alimentos de consumo diário, como os cereais de pequeno-almoço e os refrigerantes. Quem ingere estes produtos todos os dias, além de ficar com o sistema acidificado e perder cálcio (uma compensação do organismo que depois predispõe à osteoporose), também fica numa excitação – o ácido fosfórico é um estimulante cerebral e é óbvio que uma criança que de manhã come um prato de cereais chega à escola e não para quieta. O ácido fosfórico altera o comportamento e em determinadas concentrações é neurotóxico.


Como é que os alimentos atuam no organismo?
Os alimentos servem para construir tecido, osso, órgãos, etc., e para nos darem energia, mas o que as ciências da nutrição têm vindo a mostrar é que os alimentos são essencialmente moduladores do comportamento celular – são informadores das células, dizem-lhes como devem funcionar. Imagine que tem um prato com uma determinada quantidade de proteínas (peixe ou carne) e outra de hidratos de carbono. Só a proporção entre a quantidade de carne e batatas ingeridas vai informar o organismo da necessidade de produzir uma hormona ou outra, neste caso insulina (que é a hormona do armazenamento) ou glucagon (a hormona do desarmazenamento).

Explique lá melhor…
Se comer mais proteínas do que hidratos de carbono vai produzir mais glucagon e induzir o metabolismo a ir buscar gordura acumulada para disponibilizar às células, ou seja, vai desarmazenar. Mas se comer mais arroz, massa ou batatas vai dar uma ordem em sentido contrário, vai dizer que é precisa mais insulina e vai acumular gordura.


Mas se as pessoas forem ativas podem queimar essa energia…
Isso é outra coisa, o que importa reter é que na proporção hidratos de carbono/proteínas a quantidade de açúcar que chega aos sensores do tubo digestivo aciona imediatamente uma ordem de libertação de glucagon ou de insulina. Se a indicação é libertar glucagon, o organismo vai usar a gordura acumulada, se a ordem for para libertar insulina, o organismo vai armazenar gordura. Isto é pura informação.


Quem quer perder peso tem de saber isso, certo?
Se a pessoa tiver consciência da informação que dá ao corpo tem muito mais capacidade para o modular. Outro exemplo. A leptina, a hormona que sinaliza o apetite, que depende sobretudo do ritmo solar. Ora, uma pessoa equilibrada, que durma de noite e trabalhe de dia, produz mais leptina de manhã (e tem apetite) e ao fim do dia produz menor quantidade (o apetite diminui). Se uma pessoa comer muito à noite estraga este equilíbrio e a certa altura está sempre com fome porque inutilizou os sensores da leptina. Nós somos mamíferos e de noite, quando dormimos, não precisamos de comer. O nosso corpo tem a sabedoria para sinalizar o apetite em função da hora do dia – comer muito à noite estraga essa sinalização, faz ter apetite a toda a hora.

A alimentação é bioquímica?
Os alimentos são veículos de comunicação. Se fizer uma refeição de gordura saturada – uma sopa com um chouriço e depois um cozido à portuguesa – dá um sinal à cárdia (esfíncter entre o estômago e o esófago) para alargar e é assim que ocorre o refluxo gastroesofágico e aparece a azia. A gordura saturada é um sinal que se dá à cárdia para se manter aberta. Se no dia seguinte a mesma pessoa só comer azeite ou gorduras de peixe não terá azia. Sabe porquê? É que o azeite ajuda a fechar a cárdia. Este é outro exemplo que ilustra a importância do conhecimento. Pessoas mais esclarecidas fazem escolhas mais acertadas.


A forma como nos alimentamos dita o comportamento das células?
Quando ingeridas, as gorduras saturadas e as gorduras ómega 6 (provenientes essencialmente dos animais e dos cereais, sobretudo da soja) são a estrutura a partir da qual as células fazem substâncias pró-inflamatórias. As gorduras ómega 3 – provenientes das algas e dos peixes – são as que permitem que as células produzam substâncias anti-inflamatórias. Se uma pessoa tem uma doença inflamatória (por exemplo, uma alergia, artrite ou doença autoimune) e come muita gordura saturada, esta vai funcionar como substrato para a fogueira e agravar o processo inflamatório da doença que já tem. Ao contrário, se a pessoa ingerir gorduras ómega 3, vai ser capaz de construir extintores de incêndio para que as suas células produzam anti-inflamatórios.


Há outros exemplos?
Se uma pessoa tem tendência depressiva porque não consegue produzir serotonina em quantidade suficiente, deve comer os alimentos que têm os aminoácidos precursores da serotonina – a carne de peru, por exemplo, é extremamente rica em triptofano, que é um precursor da serotonina. Se a pessoa souber isto, no outono, quando o tempo fica mais escuro, porque é que não há de comer mais carne de peru em vez de carne de vaca?


A alimentação e o processo digestivo podem agravar ou controlar certas doenças?
Sim, se uma pessoa tem uma predisposição genética para a diabetes, Alzheimer, etc., a doença só vai manifestar-se se o gene for ativado. Mas o que as pessoas precisam de saber é que os genes também podem ser desativados – é a modulação genética através da nutrigenética. Como? O que ativa ou suprime a expressão dos genes é a presença de determinados fitoquímicos, substâncias que também se encontram nos alimentos.


Podemos dizer que há alimentos anti-inflamatórios?
Claramente. Os que têm ómega 3 – sardinha, cavala e os peixes das águas frias do Norte. Algumas substâncias vegetais dos legumes (tomate), frutos (quivi) e especiarias (a curcuma, que confere a cor amarela ao caril) também têm efeito modulador de alguns genes pró-inflamatórios. Mas alimentos anti-inflamatórios devem ser consumidos, independentemente de se ter doença ou não. Hoje sabe-se que um cérebro com Alzheimer já está inflamado vinte anos antes da manifestação da doença. Todas as doenças degenerativas começam com processos inflamatórias, as autoimunes também. Não conhecemos é as causas.

Há substâncias que devem mesmo ser eliminadas da alimentação?
Os aditivos químicos. Falo das substâncias químicas que não são alimentos, que são usadas pela indústria alimentar e podem ser geradoras de inflamação em contacto com o organismo. A vida corrente não nos permite evitar todos os aditivos, mas se estivermos despertos para esta realidade teremos mais atenção, faremos escolhas mais saudáveis e ingerimos menores quantidades.


E as gorduras?
As gorduras ómegas 6, que se encontram nas margarinas e nos óleos e que são provenientes da soja, do milho e do amendoim, são claramente pró-inflamatórias. Precisamos de ómega 6 no organismo, mas em quantidades muito reduzidas. O problema é que a cadeia alimentar atual é geradora de uma alimentação extraordinariamente rica em ómega 6 e pobre em ómega 3. Basta pensar que, dantes, as galinhas e as vacas comiam erva, agora comem rações provenientes da soja; os peixes comiam algas, agora comem rações também com soja. Os produtos alimentares que usamos são essencialmente da linha produtora de ómega 6.


Nos supermercados temos centenas de alimentos à escolha. Precisamos de tanta coisa?
Não precisamos de tantos produtos alimentares, necessitamos é de maior diversidade alimentar. Essas centenas ou milhares de produtos que vemos nas prateleiras são provenientes de quatro ou cinco alimentos – cereais, lácteos, açúcares e gorduras – e da indústria de processamento. Se olharmos para a quantidade de legumes, frutos, oleaginosas e peixe que as pessoas comem no dia a dia verificamos que não há variedade alimentar, as pessoas comem quase sempre o mesmo. Já pensou na variedade de saladas que é possível fazer? Mas se perguntar a alguém qual é a que come diz-lhe alface e tomate.


No supermercado fazemos escolhas condicionadas pela publicidade e o marketing. Como podemos fugir a isso?
Só vai mudar com a informação dos cidadãos. Nos países do Norte da Europa, onde a população é muito mais esclarecida, não encontramos nos supermercados esta quantidade enorme de alimentos-lixo – basta verificar que o espaço ocupado por refrigerantes, cereais de pequeno-almoço e óleos alimentares é muito reduzido. Exatamente o oposto do que se passa em Portugal.


A crise económica e as dificuldades das famílias podem piorar ainda mais a alimentação dos portugueses?
Também pode acontecer o contrário. Numa altura em que todos sentimos uma necessidade absoluta de gerir muito bem os orçamentos familiares, devemos fazer listas de compras de forma racional. E antes de comprar certos produtos alimentares, é obrigatório perguntar: «Preciso mesmo disto? Vale a pena? Faz-me ficar mais forte, vital, inteligente? Tem mais nutrientes?» Ocasionalmente, podemos comprar os tais alimentos que não comportam nenhum valor acrescentado mas que agradam ao paladar, mas isso é num dia de festa.


De que produtos podemos e devemos mesmo prescindir quando vamos às compras?
Devemos tirar os refrigerantes, cereais com açúcar, pastelaria, óleos e margarinas – para cozinhar devemos usar o azeite, só azeite. Todos os refrigerantes são um estrago de dinheiro – as pessoas devem beber água. Os cereais com açúcar (os de pequeno-almoço e as bolachas) também são prescindíveis – devemos escolher cereais completos, integrais, que até são mais baratos. Compare-se o preço de uma caixa de cereais de pequeno-almoço com o de um pacote de flocos de aveia, que são altamente nutritivos. A aveia é muito mais barata e muito nutritiva.


Mas comprar carne magra e peixe gordo, frutos e hortaliças é muito mais dispendioso…
Mas há estratégias que podem ser implementadas. Uma é comprar carne de melhor qualidade e comer menos quantidade e menos vezes. É preferível comer carne três vezes por semana em vez de comer carne gorda todos os dias. Além disso, toda a gente ganha se fizer uma alimentação vegetariana dois dias da semana e em vez da carne comer, por exemplo, arroz de feijão ou grão-de-bico com massa. Se se acrescentar hortaliças, ervas aromáticas e azeite, podemos dizer que são refeições perfeitas. Menos carne, mas de melhor qualidade; mais peixe (incluindo cavala e sardinhas, frescas ou em conserva de azeite) e ovos (podem ser consumidos três ou quatro por semana) são opções a privilegiar.


Não retira massa, arroz ou batatas ao seu carrinho de compras?
Não, mas reduzo as quantidades ingeridas. No prato devemos ter pequenas porções de massa, arroz ou batatas e maior quantidade de hortaliças, legumes e leguminosas.


Fala-se muito na responsabilidade social da indústria farmacêutica, que ganha dinheiro à custa do tratamento dos doentes. E quanto à responsabilidade social da indústria alimentar, que ganha dinheiro atirando-nos para a doença?
A indústria alimentar está a fazer maus alimentos, mas a verdade é que as pessoas só compram o que querem. Sei que quanto menor é a informação maior é a permeabilidade ao marketing, mas o caminho também se faz através da informação dos cidadãos e da sua responsabilização. Custa-me imenso ver nas caixas de supermercado que as pessoas aparentemente mais pobres também são as que levam os carrinhos repletos de produtos inúteis e nefastos para a sua saúde. É preciso repensar a política alimentar e inovar.


QUEM É CRISTINA SALES E O QUE É A MEDICINA FUNCIONAL INTEGRATIVA?
A medicina que Cristina Sales exerce dá pelo nome de medicina funcional integrativa – reúne diferentes disciplinas, profissionais e recursos terapêuticos, é centrada na pessoa e procura entender onde estão os desequilíbrios que desencadeiam a doença. Para uns, trata-se de uma abordagem vanguardista, mais adaptada aos pacientes, ao tratamento e controlo das chamadas doenças da civilização. Para outros, a prática médica de Cristina Sales ainda gera alguma desconfiança. Quem não receia são os doentes que a procuram – sobretudo pessoas que vivem com doenças crónicas (alergias, enxaquecas, fadiga crónica, doenças inflamatórias, endócrinas, metabólicas e autoimunes) e que não encontraram resposta satisfatória para os problemas que as afetam. Uma consulta com a médica do Porto dura uma hora e não se marca de um dia para o outro. Porque os pacientes já são muitos e porque as palestras e conferências em que Cristina Sales é oradora convidada também são frequentes.


​nota pessoal - felizmente, passados 30 anos de atividade começo a ouvir outros profissionais a falar sobre o que ​a Escola de Saúde de Marchesseau ensina desde 1933 e que poucos entendem, ouvem e pôem em prática.

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O SOL da Vida abençoa-te a cada dia.
Que nunca O percas do jeito que O procuras e Que O recebas na Capacidade do Teu Cálice.
Confia como se tudo dependa d'ELE, mas age como se tudo dependa de ti,
EU SOU

terça-feira, 30 de setembro de 2014

[saude] recomendações alimentares para doentes com cancro


Comer bem até aos 100...


Posted: 24 Sep 2014 09:23 AM PDT

Felizmente que o cancro é cada vez mais uma doença crónica e os doentes vivem muitos anos devendo ter cuidados redobrados com a alimentação.

Os doentes com cancro devem, dentro do possível, fazer uma alimentação saudável e equilibrada, praticar exercício físico e manter as rotinas diárias. Quanto à alimentação, esta pode ser um problema na fase do tratamento intensivo devido aos efeitos secundários, como a falta de apetite, náuseas, vómitos ou feridas na boca. Deixo aqui algumas recomendações alimentares e nutricionais e alguns exemplos de refeições nutritivas, boas opções para esta fase mais difícil.

Nota: Estas recomendações não substituem uma consulta individual com um nutricionista especializado em nutrição oncológica.

Recomendações alimentares e nutricionais para doentes com cancro:

No momento em que a doença é diagnosticada, os doentes podem apresentar perda de peso e uma desnutrição considerada moderada ou severa. Uma intervenção nutricional precoce e individualizada revela-se essencial para controlar a perda de peso, melhorar a resposta aos tratamentos, diminuir as complicações e melhorar a qualidade de vida. Os doentes apresentam muitas vezes alterações nos valores de glicemia e este dado tem que ser tomado em consideração na elaboração do plano alimentar.

Recomendações:

- Vigiar a glicemia
- Ter em conta as preferências alimentares do doente;
- Os alimentos escolhidos devem assegurar um aporte energético e proteico adequado;
- A dieta deve ser fraccionada em refeições de pequeno volume e muito nutritivas aproveitando os momentos de maior apetite do doente;
- Devem ser fornecidos frutas e legumes crus, cozidos ou assados;
- Se o doente estiver em tratamento com quimioterapia, deve fazer refeições de confecção simples (evitando cheiros intensos), atractivas e do seu agrado;
- Para prevenir náuseas e vómitos, recomenda-se ingerir alimentos frios com o objectivo de diminuir o sabor e aroma;
- Evitar a exposição a odores de comida penetrante ou desagradáveis, bem como aqueles alimentos que por si só podem produzir náuseas como é o caso dos fritos ou alimentos excessivamente condimentados;
- Nos períodos de náuseas evitar os pratos preferidos do doente para que não desenvolvam aversão a alimentos que serão úteis para o nutrir em fases assintomáticas;
- Evitar beber líquidos às refeições. Beber fora da refeição e em pequenas quantidades. As bebidas com gás (carbonatadas) podem ser úteis para diminuir distensão gástrica;
- Enriquecer nutricionalmente pratos como purés ou sopas utilizando a clara de ovo, queijo ralado, manteiga, nata, tapioca ou molhos tipo bechamel;


Exemplos de refeições nutritivas

- Sopa de legumes variados à qual se pode adicionar a carne, peixe ou ovo, se o doente apresentar falta de apetite. Adicionar uma mão de leguminosas (feijão, grão ou ervilhas) e aumentar a quantidade de azeite.
No caso do doente ter repulsa pela carne ou alimentos proteicos deve considerar-se a hipótese de adicionar à sopa um suplemento modular. Neste caso, pedir o conselho de um nutricionista.

- Acompanhar a refeição com pão ou broa;

- Açorda ou farinha de pau de peixe, carne ou ovo escalfado;

- Batidos de fruta com leite ou iogurte e cerelac ou bolacha maria (no caso de não haver alterações no valor da glicemia);

- Leite creme, arroz doce ou aletria (no caso de não haver alterações no valor da glicemia);

- Papas lacteas (Cerelac), Nestum ou no caso de haver alterações no valor da glicemia (hiperglicémia) pode optar-se por Nestum de arroz ou papas de aveia;

- Frutos oleaginosos (nozes, amêndoas, amedoins, avelãs, cajús, etc.) podem fazer parte das saladas, por exemplo, ou ingeridos em qualquer refeição;

- A gelatina é normalmente bem tolerada;

- Sumos de fruta, sumos 100% e néctares;


Sites consultados

http://oncologiaynutricion.com/archivos/soporte_nutricional/sn_print_E.pdf (29.10.13)

http://www.inca.gov.br/inca/arquivos/publicacoes/consenso_nutricao_internet.pdf (29.10.13)


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sábado, 10 de agosto de 2013

[saude] - NÃO ACORDE O CÂNCER QUE DORME EM VOCÊ

entrevista com o Dr David Servan-Schreiber.
Se a saúde no dia-a-dia é uma das suas preocupações, é importante tomar conhecimento do conteúdo filosófico e prático que este médico neuropediatra encontrou por si.



David Servan-Schreiber tinha 31 anos e era uma estrela em ascensão da neuropediatria quando descobriu que tinha um tumor maligno no cérebro. Jovem e ambicioso, não acreditou que fosse o princípio do fim. Começou a perguntar a outros médicos: O que posso fazer, para além da medicina tradicional? A resposta foi sempre a mesma: nada. David não acreditou, e começou a investigar por si próprio. Ao longo de 15 anos coligiu tudo o que a ciência tinha produzido sobre a doença, no campo da oncologia, do nutricionismo, da psicologia. Foi juntando as pontas soltas, criando um sistema, todo um novo estilo de vida. Venceu o cancro por duas vezes, combinando a medicina tradicional com uma nova maneira de viver.

uma nota pessoal: o "caminho e descoberta" do Dr David, há muito que é usado pela medicina naturalista ensinada nas Universidades que lecionam a valência de Higiene Vital da Naturopatia Ortodoxa. A "novidade" está apenas no facto do Dr David, médico de formação alopática não naturista, ter reconhecido e aceite os "benefícios" de algumas práticas da vida naturalista (alimentação cuidada, exercício físico moderado, higiene mental adequada). Para conhecer o que é a HIGINE VITAL, clique aqui.

NÃO ACORDE O CÂNCER QUE DORME EM VOCÊ

"Entrevista, legendada em português, com o Dr.David Servan-Schreiber, autor do livro Anticâncer que vendeu mais de um milhão de exemplares em 26 países. Este livro foi o meu manual para entender o que estava acontecendo comigo em junho de 2008 quando descobri no meu corpo tumores no rim, próstata e fígado. Hoje, é o meu principal guia que vem me orientando para eu conseguir curar meus cânceres. Depois de ler o livro compreendi que nosso corpo é como um carro da marca Ferrari onde você só deve colocar o combustível, os óleos e os aditivos especificados, senão, adeus Ferrari. O corpo humano é uma obra-prima e não foi concebido para utilizar-se de comidas em fast-foods, refrigerantes, agrotóxicos, poluição e nem absorver o estresse da vida contemporânea. O nosso "software" não possui instruções para processar todo esse resíduo antinatural. Todo este lixo que absorvermos é cada vez maior e alimenta as células cancerígenas, destruindo lentamente o nosso "hardware". Se diminuirmos e até conseguirmos eliminar totalmente estes resíduos de nossas vidas, é possível evitar a maioria das doenças, pois nosso corpo volta a funcionar corretamente e os nossos hormônios se normalizam. Para tanto basta mudarmos o nosso estilo de vida constituído pela má alimentação que seguimos, dos exercícios que não temos o hábito de praticar e dos pensamentos ruins que nos dominam. Veja este vídeo e saiba o que Dr. David revela nesta entrevista.
Mas é preciso saber muito mais lendo o seu livro Anticâncer, que reuni as mais recentes pesquisas mundiais sobre quase tudo que pode nos beneficiar e que não são divulgadas. Tenho a absoluta certeza, que este livro o fará repensar seu conceito atual de como é levar uma vida saudável. Além disto, se você seguir o que ele recomenda é garantido que não acordará o câncer que existe adormecido em você. Atenção! Não deixe de acessar, via internet, as centenas de pesquisas referenciadas no livro, que são absolutamente claras e fantasticamente reveladoras. Qualquer comentário esclarecedor favor postar.."
Saúde a todos, Luiz Henrique Xavier


se o link do título da entrevista não funcionar, copie e cole na janela de nevegação do seu browser/navegador:


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CARLOS GARCIA, HND, PsyD, PhyD
Cuidados Quânticos e Noológicos de Medicina Holística Integrativa Unificada// doenças comuns e noológicas
// ações de esclarecimento e de formação para autodesenvolvimento e defesa noológica consciencial
tlmv (+351) 91 925 2794 / 93 922 1557 / 96 589 1243
Skipe/ex-msn: carlos.stdennis (herbal_holylife@hotmail.com)

"mesmo quando tudo corre bem, não devemos deixar de lutar pela "nossa" Saúde, Bem estar e Qualidade de vida. Estes três fatores são por demais importantes para os deixarmos à responsabilidade exclusiva de profissionais. Para além dos cuidados com o "seu" Corpo Físico, Mental e Espiritual, cuide também do "seu" CORPO de LUZ.
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segunda-feira, 15 de abril de 2013

[saude] - sobre o colesterol - importante ler

SOBRE O COLESTROL...
Por Dr. Dwight Lundell, MD
Nós os médicos com todos os nossos treinos, conhecimento e autoridade, muitas vezes adquirimos um ego bastante grande, que tende a tornar difícil admitirmos que estamos errados. Então, aqui está. Admito estar errado...
Como cirurgião com uma experiência de 25 anos, tendo realizado mais de 5.000 cirurgias de coração aberto, hoje é a minha vez de corrigir o erro de muitos médicos, com este facto científico. Eu treinei muitos anos com outros médicos proeminentes, tidos como " opinion makers". Bombardeado com literatura científica, participando sempre em seminários de formação, com formuladores de opinião que insistiam que a doença cardíaca resulta do simples facto de haver níveis elevados de colesterol no sangue.
A terapêutica aceite era a prescrição de medicamentos para baixar o colesterol e uma dieta severa restringido a ingestão de gordura. Por fim, insistindo que baixar o colesterol é baixar as doenças cardíacas. Qualquer recomendação diferente era considerada uma heresia e poderia possivelmente resultar em erros médicos.
Ora, isto não está a funcionar! Estas recomendações não são cientificamente ou moralmente defensáveis.
Assimilar a descoberta de há alguns anos, de que a inflamação na parede da artéria é a verdadeira causa da doença cardíaca é lenta, levando a uma mudança de paradigma na forma como as doenças cardíacas e outras doenças crónicas serão tratadas.
As recomendações dietéticas estabelecidas há muito tempo têm criado uma epidemia de obesidade e diabetes, cujas consequências tornam pequena qualquer peste histórica, em termos de mortalidade, sofrimento humano e terríveis consequências económicas.
Apesar do facto de 25% da população tomar medicamentos caros à base de estatina e apesar do facto de termos reduzido o teor de gordura da nossa dieta, vão morrer este ano mais americanos de doença cardíaca do que nunca. As estatísticas do American Heart Association, mostram que 75 milhões dos americanos sofrem, actualmente, de doenças cardíacas, 20 milhões têm diabetes e 57 milhões têm pré-diabetes. Estes transtornos estão a afectar pessoas cada vez mais jovens e em maior número todos os anos.
Dito simplesmente: sem a presença de inflamação no corpo, não há nada que faça com que o colesterol se acumule nas paredes dos vasos sanguíneos e cause doenças cardíacas e derrames. Sem a inflamação, o colesterol movimenta-se livremente por todo o corpo como a natureza determina. É a inflamação que faz o colesterol ficar preso.
A inflamação não é complicada - é simplesmente a defesa natural do corpo face a um invasor externo, tal como toxinas, bactérias ou vírus. O ciclo de inflamação é perfeito na forma como ela protege o corpo contra esses invasores virais e bacterianos. No entanto, se se expuser permanentemente o organismo à agressão por toxinas ou alimentos nocivos, os quais ele não foi projectado para processar, ocorre uma situação chamada inflamação crónica. A inflamação crónica é tão prejudicial quanto a inflamação aguda é benéfica.
Que pessoa sensata se exporia repetida e voluntariamente a alimentos ou outras substâncias, conhecidas por causarem danos ao organismo? Bem, talvez os fumadores, mas pelo menos eles fizeram essa escolha conscientemente. O resto de nós simplesmente seguiu a dieta correntemente recomendada, baixa em gordura e rica em óleos poli-insaturados e hidratos de carbono, sem saber que estava causando danos repetidos aos vasos sanguíneos. Esta agressão repetida cria uma inflamação crónica que leva à doença cardíaca, diabetes, ataque cardíaco e obesidade.
Deixem-me repetir isto. A lesão e a inflamação crónica nos nossos vasos sanguíneos é causada pela dieta de baixo teor de gordura recomendada durante anos pela medicina convencional.
Quais são os maiores culpados da inflamação crónica? Simplesmente, a sobrecarga de carboidratos simples, altamente processados (açúcar, farinha branca e todos os produtos fabricados a partir deles) e o excesso de consumo de óleos ómega-6 (vegetais como soja, milho e girassol), que se encontram em muitos alimentos processados.
Imaginem esfregar uma escova dura repetidamente sobre a pele macia até que ela fique muito vermelha e quase a sangrar. Façam isto várias vezes ao dia, todos os dias, durante cinco anos. Se fosse possível tolerar esta dolorosa escovagem, teríamos um sangramento, inchaço e infecção dessa área, que ficaria pior a cada agressão repetida. Esta é uma boa maneira de visualizar o processo inflamatório que pode estar a acontecer no seu corpo neste momento.
Independentemente de onde ocorre o processo inflamatório, externamente ou internamente, é a mesma coisa. Eu olhei para dentro de milhares e milhares de artérias. Nas artérias doentes, parece que alguém pegou numa escova e esfregou repetidamente contra a parede vascular. Várias vezes por dia, todos os dias, os alimentos que comemos criam pequenas lesões resultando em mais lesões, fazendo com que o corpo responda de forma contínua e adequada, com a inflamação.
Enquanto saboreamos um tentador donut, o nosso corpo responde de forma alarmante, como se chegasse um invasor estrangeiro declarando guerra. Alimentos carregados de açúcares e hidratos de carbono, simples ou processados, com óleos omega-6 para durarem mais nas prateleiras, foram a base da dieta americana durante seis décadas. Estes alimentos, lentamente, têm vindo a envenenar toda a gente.
Como é que um simples donut cria uma cascata de inflamação fazendo-nos adoecer?
Imagine que entorna melaço no seu teclado. Aí é possível visualizar o que ocorre dentro da célula. Quando consumimos hidratos de carbono simples, como o açúcar, o açúcar no sangue sobe rapidamente. Em resposta, o pâncreas segrega insulina, cuja principal finalidade é fazer com que o açúcar entre dentro da célula, onde é armazenado para energia. Se a célula estiver cheia e não precisar de glicose, o excesso é rejeitado para evitar que prejudique o trabalho.
Quando as células cheias rejeitam a glicose extra, o açúcar do sangue sobe, produzindo mais insulina e a glicose converte-se em gordura armazenada.
O que é que isto tudo tem a ver com a inflamação? O açúcar no sangue é controlado numa faixa muito estreita. Moléculas a mais de açúcar ligam-se a uma variedade de proteínas, que por sua vez lesam as paredes dos vasos sanguíneos. Estas repetidas lesões às paredes dos vasos sanguíneos desencadeiam a inflamação. Ao elevar o nível de açúcar no sangue várias vezes por dia, todos os dias, é exactamente como se esfregasse uma lixa no interior dos delicados vasos sanguíneos.
Mesmo que não sejamos capazes de ver isto, pode ter a certeza de que está acontecendo. Eu vi, em mais de 5.000 pacientes que operei nos meus últimos 25 anos, que partilhavam um denominador comum - inflamação nas artérias.
Voltemos ao donut. Esse apetitoso com aparência inocente, não só contém açúcares como também é frito num dos muitos óleos ómega-6, como o de soja. As batatas fritas e o peixe frito são embebidos em óleo de soja, os alimentos processados são fabricados com óleos ómega-6, para alongar a sua vida útil. Enquanto o ómega-6 é essencial - e faz parte da membrana de cada célula, controlando o que entra e sai dela – ele deve estar em equilíbrio correcto com o ómega-3.
Com o desequilíbrio provocado pelo consumo excessivo de ómega-6, a membrana celular passa a produzir substâncias químicas chamadas citoquinas, que causam inflamação. Actualmente, a dieta habitual do americano tem produzido um extremo desequilíbrio dessas duas gorduras (ómega-3 e ómega-6). A relação de zonas de desequilíbrio varia de 15:1 para um valor tão alto como 30:1, a favor dos ómega-6. Isto representa uma quantidade tremenda de citoquinas pró-inflamatórias. Na alimentação actual, o ideal e saudável seria uma proporção de 3:1.
Para piorar a situação, o excesso de peso que você transporta por comer esses alimentos cria uma sobrecarga de gordura nas células que produzem grandes quantidades de substâncias químicas pró-inflamatórias, que se somam às lesões causadas pelo açúcar elevado no sangue. O processo, que começou com um donut, transforma-se num ciclo vicioso que ao longo do tempo cria a doença cardíaca, hipertensão arterial, diabetes e, finalmente, a doença de Alzheimer, visto que o processo inflamatório continua inabalável.
Não há como escapar ao facto de que, quanto mais alimentos processados e preparados industrialmente consumirmos, mais caminharemos para a inflamação, pouco a pouco, dia a dia. O corpo humano não consegue processar, nem foi concebido para consumir os alimentos embalados, com açúcares e ensopados em óleos ómega-6.
Há apenas uma resposta para acalmar a inflamação. É voltar aos alimentos mais próximos do seu estado natural. Para construir músculos, comer mais proteínas. Escolha hidratos de carbono muito complexos, como frutas e vegetais coloridos. Reduzir ou eliminar gorduras ómega-6, causadoras de inflamação, como o óleo de milho e de soja e os alimentos processados, que são feitos a partir deles. Uma colher de sopa de óleo de milho contém 7,280 mg de ómega-6, o de soja contém 6,940 mg. Em vez disso, use azeite ou manteiga de animal alimentado com pastagem. As gorduras animais contêm menos de 20% de ómega-6 e são muito menos propensas a causar inflamação do que os óleos poli-insaturados rotulados como supostamente saudáveis.
Esqueça a "ciência" que nos tem martelado a cabeça durante as últimas décadas. A ciência que diz que a gordura saturada, por si só, causa doença cardíaca é inexistente. A ciência que diz que a gordura saturada aumenta o colesterol no sangue também é muito fraca. Como agora sabemos que o colesterol não é a causa da doença cardíaca, a preocupação com a gordura saturada é ainda mais absurda hoje.
A "teoria do colesterol" levou à nenhuma gordura, recomendações de baixo teor de gordura, que criaram os alimentos que agora estão causando uma epidemia de inflamação.
A medicina tradicional cometeu um erro terrível quando aconselhou as pessoas a evitar a gordura saturada em favor de alimentos ricos em gorduras ómega-6. Agora, temos uma epidemia de inflamação arterial, levando a doenças cardíacas e a outros assassinos silenciosos.
O melhor que você tem a fazer é escolher alimentos integrais, como os que a sua avó preparava (frutas, verduras, cereais, manteiga, banha de porco) e não aqueles que a sua mãe encontrou nos corredores de supermercado, cheios de alimentos industrializados. Eliminando alimentos inflamatórios e aderindo a nutrientes essenciais de produtos alimentares frescos e não-processados, você irá reverter anos de danos nas artérias e em todo o seu corpo, causados pelo consumo da dieta típica americana.
O ideal é voltarmos aos alimentos naturais e muito trabalho físico (exercícios). 
[Nota do editor: o Dr. Dwight Lundell é ex-Chefe de Gabinete e Chefe de Cirurgia no Hospital do Coração Banner, Mesa, Arizona. Fez clínica privada no Cardiac Care Center, em Mesa, Arizona. Recentemente, o Dr. Lundell deixou a cirurgia para se concentrar no tratamento nutricional de doenças cardíacas. É o fundador da Fundação de Saúde Humana, que promove a saúde humana com foco na ajuda às grandes corporações de promoção do bem estar. É autor de "A Cura para a Doença Cardíaca e A Grande Mentira do Colesterol"

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O SOL da Vida abençoa-te a cada dia.
Que nunca O percas do jeito que O procuras e Que O recebas na Capacidade do Teu Cálice.
Confia como se tudo dependa d'ELE, mas age como se tudo dependa de ti,
EU SOU

CARLOS GARCIA,
HND, PsyD, PhyD

(para saber mais, clique na imagem)
// cuidados holísticos de medicina quântica pleiadiana para doenças físicas e espirituais, ontopsiconeurofisiológicas e comuns
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domingo, 14 de abril de 2013

[saude] - castanha-do-pará - RETARDA O ENVELHECIMENTO

RETARDE O ENVELHECIMENTO COMENDO UMA CASTANHA POR DIA.

Uma castanha por dia, não mais do que isso, garante as doses de selênio de que seu corpo precisa para preservar cada célula, botar para fora possíveis substâncias tóxicas e viver mais.

Cabe na palma da sua mão, e ainda sobra um espaço e tanto, a arma que vai superproteger as unidades microscópicas do seu organismo.

Em segundos, ao mastigar uma única castanha-do-pará, você recarregará os níveis de um mineral extremamente importante para uma vida longa e saudável: o selênio.

A pequena oleaginosa repõe a quantidade do nutriente necessária para dar combate ao envelhecimento celular, causado pela formação natural daquelas incansáveis moléculas que danificam as células, os radicais livres.

Um estudo da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, atesta que a ingestão diária de duas castanhas-do-pará recentemente rebatizadas castanhas-do- brasil eleva em 65% o teor de selênio no sangue.

Mas provavelmente os neozelandeses não usaram o legítimo produto brasileiro. Ora, nós somos sortudos.

É que as castanhas produzidas no Norte e no Nordeste do país são tão ricas em selênio que bastaria uma unidade para tirar o mesmo proveito.

A recomendação é de que um adulto consuma, no mínimo, 55 microgramas por dia, diz a nutricionista Bárbara Rita Cardoso, pesquisadora do Laboratório de Minerais da Universidade de São Paulo.

E com uma unidade da nossa castanha já é possível encontrar bem mais do que isso de 200 a 400 microgramas do bendito selênio.

Aliás, o limite de consumo diário do mineral é de 400 microgramas, portanto, não vá com muita fome ao pote. No caso de uma criança, meia castanha seria suficiente, afirma Silvia Cozzolino, presidenta da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição.

E por que toda essa fama do selênio?

Ele é essencial para acionar enzimas que combatem os radicais livres, responde Christine Thomson, a pesquisadora neozelandesa que investigou as propriedades da castanha. O selênio se liga a algumas proteínas já existentes em nosso corpo para formar essas enzimas antioxidantes, descreve, completando, Bárbara Cardoso. Na ausência dele, as tais enzimas ficam sem atividade e, então, deixam de combater os radicais e ainda desguarnecem as defesas do organismo.

O mineral da castanha também teria um papel especial na proteção do cérebro. É que, com essa capacidade de acabar com a farra dos radicais livres, as células nervosas seriam preservadas, evitando o surgimento de doenças neurodegenerativas com a idade.

Justamente por isso, a pesquisadora Bárbara Rita Cardoso começa a estudar os possíveis benefícios do selênio em portadores do mal de Alzheimer. A gente desconfia que nesses pacientes os radicais façam maiores estragos, diz ela.

A tireóide também funciona melhor na presença do selênio, acrescenta Christine Thomson.
Isso porque, se não houver esse elemento, ela não consegue produzir direito seus célebres hormônios.

O mineral também está intimamente associado à capacidade de o organismo se livrar de substâncias tóxicas, ajudando-o inclusive a expulsar possíveis metais pesados que se alojam nas células.

Para chegar à quantidade de selênio de uma castanha-do-pará (de 5 gramas) você teria que consumir em média o equivalente a:

3 filés de frango (100 gramas cada um)
16 pães franceses (50 gramas cada um)
100 copos de leite (200 mililitros por copo)
10 ostras (33 gramas cada uma)
3 latas de sardinha em conserva (130 gramas cada uma)





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    Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ✿  ''Ainda que eu falasse a língua dos homens 
           E falasse a língua dos anjos, 
         Sem amor eu nada seria''    ✿Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ               

terça-feira, 9 de abril de 2013

[saude] - Componente na carne vermelha associado à aterosclerose


Publicado neste domingo na revista Nature Medicine.
Uma equipa de cientistas associou a carnitina presente na carne vermelha às doenças cardiovasculares. 
A culpa também é da flora intestinal.



Chama-se carnitina, é um componente da carne de vaca ou porco e que agora foi associado ao maior risco de ter doenças cardiovasculares. A culpa também é da flora intestinal.
A carnitina é um componente muito comum nas carnes vermelhas Rui Farinha (arquivo)
Uma equipa de cientistas associou um componente presente na carne vermelha às doenças cardiovasculares. Os intermediários deste fenómeno são bactérias que existem no sistema digestivo humano capazes de metabolizar este componente num novo químico que tem o potencial de causar aterosclerose, mostra um artigo publicado neste domingo na revista Nature Medicine.
Há muito que relaciona a carne vermelha em excesso a problemas cardiovasculares. A equipa liderada por Stanley Hazen, do Departamento de Medicina Celular e Molecular da Clinica de Cleveland, no Ohio, EUA, encontrou uma associação entre a aterosclerose com a carnitina - uma pequena molécula biológica presente em abundância na carne vermelha, como a de vaca ou porco, que é importante para o funcionamento das mitocôndrias, as baterias das células.
Recentemente, o cientista identificou um composto no sangue chamado N-óxido de trimetilamina (TMAO, na sigla em inglês), que representa um risco acrescido de vir a desenvolver aterosclerose. Esta doença é provocada pela acumulação de placas de gordura, sob a forma de colesterol, na parede das artérias. Isto conduz à obstrução da circulação do sangue, o que pode causar enfartes cardíacos, derrames cerebrais ou tromboses. O TMAO foi associado a esta acumulação de colesterol.
A equipa de Hazen deu carnitina a jovens voluntários, depois analisou o seu sangue e identificou um aumento de concentração do TMAO. Esta substância é metabolizada no fígado a partir de um gás produzido por bactérias existentes no nosso tubo digestivo. Hazen questionou-se se as bactérias não estariam a converter a carnitina nesse gás, que depois era absorvido nos intestinos e entrava na circulação.
Para testar esta hipótese, cinco voluntários tomaram durante uma semana antibióticos de largo espectro para matar a flora intestinal. Depois, voltaram a tomar carnitina. Desta vez, a equipa de cientistas não encontrou o TMAO no sangue, o que prova que as bactérias são as responsavéis da transformação.
"Quando se medem coisas no sangue das pessoas, não se pensa que [estes químicos] venham das bactérias", diz Hazen, citado num artigo no site da revista Science. Mas esta é mais uma do manancial de descobertas recentes que mostram que as bactérias que vivem no tubo digestivo das pessoas têm um impacto nos vários aspectos da saúde humana.
Os cientistas notaram ainda que pessoas que tinham uma alimentação vegetariana, quando tomavam carnitina tinham uma menor concentração de TMAO no sangue. Segundo os cientistas, a explicação é que as bactérias que metabolizam a carnitina serão menos frequentes na flora intestinal dos vegetarianos.
Os investigadores também fizeram experiências em ratinhos: alimentaram-nos com um suplemento de carnitina durante 15 semanas. Os animais ficaram com níveis mais elevados de TMAO no sangue do que o grupo de controlo e tiveram um risco redobrado de desenvolver aterosclerose nas suas artérias. Os cientistas verificaram ainda que a flora intestinal daqueles ratinhos também se adaptou à quantidade extra de carnitina, ganhando várias classes de bactérias capazes de metabolizar a carnitina.
Isto mostra que uma alimentação rica em carne vermelha, nos humanos, poderá potenciar ainda mais este problema. Se o consumo de vaca ou porco for moderado, o risco menor de desenvolver doenças cardiovasculares será assim menor.

http://www.publico.pt/ciencia/noticia/componente-na-carne-vermelha-associado-a-aterosclerose-1590540

Veja aqui o que é a aterosclerose

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EU SOU um Heilpraktiker Biohumanista que ajuda e ensina a melhorar o bem-estar físico, mental, psíquico e espiritual do HOMEM, pela intervenção holística na área da saúde e da expansão da consciência, pelo autoconhecimento e autodesenvolvimento pessoal (interno e externo) para uma maior LIBERDADE do EU e AFIRMAÇÃO do SER dentro de Valores Sociais, Morais e Humanos aplicados segundo princípios da doutrina espírita de Allan Kardec. Licenciado em Sociologia Médica e Biopolítica, Bromatologia, Higiene Vital e Psicologia (1980/84)*; especializado em Osteopatia (1984/86), Acupunctura (1988/91), Medicina Ortomolecular e Eumetabólica (1999); pós-graduado em Bioética (1998); Mestre em Reiki de Expansão da Consciência à 5ªD (2007/09); Mestre em Hermetismo (esotérico e exotérico) (2009/11); terapeuta de FREQUÊNCIAS DE LUZ (terapia holistica quântica pleiadiana da 5ª Dimensão)(2011). Hoje EU SOU um Trabalhador da Luz que estuda, investiga, desenvolve e pratica ferramentas da medicina quântica do futuro, Terapias de Luz. Eu Sou Ivo, que procura ser uma consciência crística de Luz, Amor, Perdão e Paz. [* Área de intervenção-biomedicina educacional, física e espiritual, preventiva e terapêutica.]

Madeira - enxurradas de 20/02/2010 - videos de vídeo-amadores

http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Imagens-de-video-amadores-ilustram-a-tragedia-madeirense.rtp&headline=20&visual=9&article=320863&tm=8